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quarta-feira, abril 09, 2003
AS IMAGENS E A GUERRA

1 Dois operadores de imagem, pelo menos, foram mortos nos últimos dias pelos bombardeamentos americanos no Iraque além de outros jornalistas. Um num ataque à sede da Al Jazira e outro no ataque ao Hotel dos jornalistas, que, segundo Maria João Guimarães, já teria sido declarado alvo 48 horas antes do ataque. Uma peça que vale a pena ler, mas que não encontro disponível, neste momento, no Público online.

2 Vi também ha dois dias, julgo que na RTP1 (?), as imagens captadas pelo repórter John Simpson, da BBC a que ontem o DN se referia e que mostravam o ataque, por engano, a uma coluna aliada que causou vários mortos. Simpson, que entrou em Cabul à frente das tropas americanas, já foi contactado para vir ao Falar Televisão mas, até ao momento, sem sucesso.

3 Fabricar imagens (e palavras), em tempo de guerra, pode ser um risco muito elevado. Convém nunca esquecer as condições em que as imagens são produzidas para depois nos serem quase sempre "servidas" como se de pura magia se tratasse.
 
José Carlos Abrantes | 1:39 da tarde |


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