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domingo, março 16, 2003
IMAGENS DE HOJE

1 Hoje, Domingo, na crónica de Mário Mesquita intitulada O não do "New York Times ". Este não do New York Times faz-me recordar a imagem romântica e lutadora do jornalista num dos filmes que mais aprecio, O Homem que Matou Liberty Valance, de um dos realizadores de que também mais gosto, John Ford. Liberty Valance, que reina pelo terror numa pequena cidade americana, espera o jornalista no próprio jornal (Shinbone Star) e espanca-o, selvaticamente, com a ajuda dos seus lacaios. Este acto bárbaro vai fazer com que o homem de leis, interpretado por James Stewart, venha para a rua desafiar o pistoleiro, abdicando da sua convicção de não fazer justiça pela próprias mãos. Nessa sequência vemos que o amador liquida o temível pistoleiro. Mas, mais adiante, voltamos a ver esssa sequência, filmada de outro ponto de vista, e verificamos que, afinal, fora John Wayne, a disparar o tiro fatal. As duas sequências podem assim funcionar como um interessante exercício de leitura de imagem. Por elas, este filme, é um daqueles em que a reflexão sobre as imagens e o seu papel nas nossas convicções é objecto de uma referência explicita assumida pelo realizador.
Imagens para (re)ver se tiver um videoclube, uma Fnac perto ou ….o filme no seu arquivo pessoal.
O Homem que Matou Liberty Valance, John Ford,

2 No Arrêt sur Images de hoje, Daniel Schneidermann, teve no plateau uma criança e seu pai, tendo ambos participado num programa de televisão de Bernard Tapie. A imagem que o programa passou foi desajustado do que pai e filha teria revelado aos repórteres. Também no plateau o comentário de uma pedo-psiquiatra não ajudou ao interpretar o investimento da criança na aprendizagem do piano como um envolvimento narcísico dos pais.
O dossier de Arrêt sur Images foi sobre uma série de programas da M6 sobre perda de peso em que se viam pessoas em conversa com os seus médicos, revelando dados pessoais, o que gerou grande polémica em França. Segundo a jornalista, o segredo profissional não permite que os médicos se libertem deste dever, mesmo que os doentes o aurorizem.
Estive a pensar como seria difícil ter imagens em Portugal para fazer um programa deste tipo. Não sendo possível gravar tudo, só a boa vontade das televisões poderia permitir a sua exibição. Ora a crítica dificilmente se compadece com a boa vontade…
Para ver as emissões
http://www.france5.fr/asi/





 
José Carlos Abrantes | 10:40 da tarde |


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