<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d4000921\x26blogName\x3dAs+Imagens+e+N%C3%B3s\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dLIGHT\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://asimagensenos.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://asimagensenos.blogspot.com/\x26vt\x3d8145402830606333396', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>
segunda-feira, dezembro 06, 2004
IMAGENS DE CINEMA: Financiamentos

O DN de ontem dava conta de uma decisão judicial que encerra uma polémica interessante à volta do papel dos júris no financiamento do cinema. O filme Camarate , de Luís Filipe Rocha, não foi financiado em 1997 e a produtora MGN contestou os critérios que levaram à exclusão desse filme e ao apoio a um filme de Joaquim Sapinho e a um de João Mário Grilo (no tempo do Ministro Manuel Maria Carrilho). Escreve Eurico de Barros “A produtora entendia que a Comissão Técnica de Apreciação, composta pelo professor e autor Eduardo Prado Coelho, pelo crítico Mário Jorge Torres e pelo então director-geral da SIC, Emídio Rangel (ausente), decidira segundo critérios de «apreciação estética». Quando, pelo Regulamento em vigor, deveria tê-lo feito pelos critérios do currículo do realizador, do produtor e interesse estratégico do projecto. São estes que orientam o Apoio Directo, ao contrário do Apoio Selectivo, feito com base na qualidade artística, estética e cultural dos projectos apresentados. “
O Supremo Tribunal Admnistrativo decidiu segundo os critérios da lei, o que não pode ser contestado. Mas também tem interesse para o futuro equacionar a posição de Eduardo Prado Coelho: “Os júris do cinema são cada vez mais compostos por juristas em vez de artistas e críticos; proponho que sejam só os juristas a fazer parte deles.»

 
José Carlos Abrantes | 11:56 da manhã |


0 Comments: