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quinta-feira, abril 03, 2003
AS IMAGENS E A CIÊNCIA

Fui hoje à Fundação Gulbenkian, à Conferência A ciência ao encontro da sociedade. Públicos da Ciência em Portugal, o estudo feito por António Firmino da Costa, do ISCTE foi o motivo mais forte que me lá levou. E foi muito interessante ouvir a conferência. Ficou-me a interrogação (que não pude fazer ao autor) sobre qual o conceito de públicos que o estudo adoptou. É que no colóquio dos Públicos, Televisão que organizei na Arrábida em 2001, houve uma batalha entre o conceito de públicos, não público e quase públicos. Outra questão interessante teria sido a da passividade-actividade dos públicos, neste caso de ciência: o que é mais activo? Ver um filme com grande atenção em casa ou ir numa visita de estudo a um museu mas completamente desconcentradso e alheado?

No meio das divagações mentais que faço na escuta lá me lembrei das imagens de ciência e anotei um nome: o de Monique Sicard que fez um belo livro sobre a fotografia científica e um outro, ainda mais fascinante, sobre La fabrique du regard. "Comment pouvons nous croire le images quand, dévidence, elles ne sont pas les choses? Et pourtant que seraient la biologie, la géographie, la médicine, sans images? Qu’est ce alors que voir? Et que savoir?
Dois livros que valeria a pena traduzir….sobretudo, a haver escolha, La fabrique du regard.

Sicard, Monique, La fabrique du regard, Paris, Éditions Odile Jacob, 1998
Sicard, Monique, Images d’un autre monde, Paris, Centre National de la Photographie, 1991
 
José Carlos Abrantes | 4:30 da tarde |


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