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sexta-feira, janeiro 14, 2005
DIREITO À IMAGEM
Há dias deixei neste blog as minhas dúvidas sobre o bem fundado da decisão de Cavaco Silva “exigir” a retirada da sua imagem de um cartaz de propaganda do PSD. Hoje, Francisco Teixeira da Mota, no Público, confirma o bem fundado das minhas dúvidas.

A NOVA IMAGEM DA AGENDA DE LISBOA
Também no Público, Eduardo Prado Coelho, escreve sobre a agenda de Lisboa e na qualidade jornalística e gráfica que passou a ter. A agenda é uma das 1001 coisas boas que incluí no meu livro que está para sair, 1001 razões para gostar de Portugal. E o Eduardo Prado Coelho, também lá está.

O FUTURO TAMBÉM TERÁ IMAGENS
José Pacheco Pereira no texto de ontem, tb no Público, escrevia sobre Poeira da Mudança e alinhava a sua visão do futuro, partindo de coisas que já existem, na sua maioria. Nunca apreciei as “futurologias” tecnológicas. Confesso que “lidas” me pareceram mais coerentes do que “ouvidas” no Fórum Picoas, na segunda feira, no Colóquio organizado pelo Observatório de Imprensa. “O meio é a mensagem”, diria McLuhan, um dos autores que o historiador escolheu, chamando a atenção para a pertinência dos problemas que três pensadores equacionaram na sua obra. Os outros de que falou foi Orwell e Kafka. Gosto mais desta reflexão feita de cultura (e de leitura..) do que dos exercícios sobre o futuro, que muitas vezes falham. Apesar do 1984 ser um retrato bem antecipado do nosso presente. Às vezes também acontece.
As imagens estão muito presentes na poeira da mudança: imagens de pornografia, de futebol, a televisão e os computadores: “A televisão estará nas paredes da nossa casa e nela se poderão ver todos os canais do mundo (ecrãs planos, satélite e cabo, tudo existente). Nesses canais podemos escolher ver o que queremos, quando queremos (já há vídeo "on demand" e gravadores digitais inteligentes). Quem quiser ver futebol todo o dia, ou pornografia, ou música litúrgica búlgara, ou palestras de coleccionadores de moedas afegãs pode fazê-lo (já é verdade para o futebol e a pornografia, ainda não é para as moedas, porque há poucos clientes). O "software" de busca do que queremos e vemos será um dos maiores negócios e uma das fontes de maior poder do próximo futuro (Windows, Google, Amazon e outros já lá estão). A pornografia continuará a ser o motor tecnológico da Internet, introduzindo num mercado muito rentável inovação tecnológica sobre inovação (já foi assim no passado com os pagamentos electrónicos, por exemplo).”
 
José Carlos Abrantes | 11:45 da manhã |


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