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quarta-feira, novembro 09, 2005
A CONSTRUÇÃO DO OLHAR

OS ESPECTADORES OLHAM E ESSE OLHAR INTERVÉM...
"Aqui reside uma via de intervenção importante para o cidadão e para o telespectador. Quando uma empresa requer a licença para explorar uma nova estação de televisão, o público é amplamente solicitado a dar a sua opinião. Por exemplo: quando o CRTC considerou o pedido de uma rede de informação especializada, os concorrentes — cinco, nem mais nem menos — tinham apresentado petições do público e apoios de cidadãos eminentes ou de grupos organizados. Deste modo, o público exerce influência directa nos membros do Conselho antes da concessão da licença.

Enquanto dura a licença do emissor, o cidadão pode sempre queixar-se do seu comportamento; quando, porém, chega o momento da renovação da licença de exploração (ao cabo de cinco anos, normalmente), o CRTC emite um apelo ao público a fim de conhecer a sua opinião sobre a pertinência da renovação. Por exemplo: um cidadão ou um grupo de cidadãos tem, deste modo, a possibilidade de apresentar uma memória na qual se pode queixar da redução da produção de emissões de informação local. Esse mesmo cidadão ou grupo de cidadãos pode, até, participar na audiência pública em que o Conselho aprecia o pedido da estação e aí exprimir de viva voz as suas queixas. E, se estas forem atendidas, haverá boa probabilidade de o Conselho impor condições de licenciamento que introduzam correcções."

Gilbert, Renaud, A relação do telespectador com a televisão: a função do provedor. A experiência da Radio-Canada, In Abrantes, J.C. (Org), A Construção do Olhar, Lisboa, CIMJ/Livros Horizonte, 2005
 
José Carlos Abrantes | 11:06 da manhã |


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