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sexta-feira, abril 07, 2006
IMAGENS DE TELEVISÃO

O artigo de João Lopes dá-me ensejo para relembrar as conferências Falar Televisão que organizei, entre 2002 e 2005, no CIMJ e com apoios diversificados (Institut Franco-Portugais, Instituto de Comunicação Social, Fundação Luso Americana, Teatro S. Luís, jornal Público). Foram 20 conferências sobre esse tema, nos três anos. No meu site tenho estado a publicar alguns artigos de síntese que escrevi sobre a primeira série de conferências, em 2002, e que o jornal Público teve a amabilidade de publicar, nessa ocasião. A televisão dever ser discutida e rediscutida exactamente porque, como mostra João Lopes, tem grande impacto social. Daqui ninguém me tira. E, é uma pena, que muita gente ainda não tenha entendido que a cultura não se pode discutir sem a televisão. Por causa dos modos de pensar, dos ditos e não ditos, dos pontos de vista que a televisão insere ou esconde.

Eis a abertura do primeiro texto Televisão: (Re)descobrir a agilidade.

"Se alguma conclusão se pode tirar das conferências Falar Televisão * a primeira será a de que o serviço público de televisão, em Portugal como na Europa, não tem os dias contados. Os conferencistas da série foram unânimes em considerar o serviço público como imprescindível nas sociedades presentes e futuras. Os mais pessimistas (ou os mais realistas, como se queira!), reconhecendo embora que os ventos não estão de feição, foram também de grande firmeza no reconhecimento da obrigação cívica de remar contra a maré. Consideraram alguns que o futuro somos nós que o construímos e não apenas os governos (por melhores que sejam), os grupos de trabalho e conselhos (por mais representativos e sábios que sejam), ou os poderes económicos, mesmo que criadores de riqueza individual e colectiva. Vejamos, numa breve série de artigos curtos, o que cada conferência nos trouxe de mais relevante, na opinião de quem a organizou."
 
José Carlos Abrantes | 10:42 da manhã |


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