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segunda-feira, janeiro 12, 2004
L’INSTITUT FRANCO-PORTUGAIS e José Carlos Abrantes

Apresentam

NICOLAS PHILIBERT, A EXCELÊNCIA DO DOCUMENTÁRIO

Um ciclo de 4 filmes
por ocasião da estreia em Portugal
de
SER E TER,
em 22 DE JANEIRO
NOS CINEMAS UCI, nos cinemas UCI Corte Inglés Lisboa, AMC Porto, SBC Faro.

26 de Janeiro, 2, 9, 16 de Fevereiro 2004, 21 h. IFP, Lisboa


Nicolas Philibert

Nascido a 10 de Janeiro de 1954, em Nancy. Após ter feito um bacharelato em filosofia, começou a sua carreira como assistente de realizador trabalhando, entre outros, com René Allio, Alain Tanner, Claude Goretta, Joris Ivens….


Dia 22 de Janeiro

SER E TER
2002, 104 minutos, 35mm, côr
Estreia comercial nos cinemas UCI Corte Inglés Lisboa, AMC Porto, SBC Faro.

Imagem: Katell Dgian, Laurent Didier, Câmara e montagem: Nicolas Philibert Música original: Philippe Hersant, Produtor delegado: Gilles Sandoz Produtor associado: Serge Lalou Com Gerard Lopez, professor do 1º ciclo e as crianças da Escola de St-Étienne sur Usson (Puy-de-Dôme) Uma co-produção Maia Films, Arte France Cinéma, Les Films d’Ici, Le Centre National de Documentation Pédagogique.

Estreia comercial em França Agosto 2002


Selecção oficial Festival de Cannes 2002
Prémio Louis Delluc, 2002
Prémios do Filme Europeu: Melhor documentário (Prémio Arte), 2002
Grande Prémio do Festival France-cinema (Florença) 2002
Prémio “Tiempo de historia”, Festival de Valladolid (Espanha) 2002

Em França, existem ainda, um pouco por todo o lado, escolas de classe única que agrupam à volta de um professor ou professora todas as crianças de uma mesma aldeia, do jardim de infância ao CM2. Entre o fechar-se sobre si próprio e a abertura ao mundo, estas pequenas tropas heteróclitas partilham a vida de todos os dias, para o melhor e para o pior. Foi numa delas, algures no coração da Auvergne, que este filme foi rodado.

26 de Janeiro, no IFP

O PAÍS DOS SURDOS
1992, 99 minutos, 35 mm, côr
Imagem: Frédéric Labourasse, Som: Henri Maikoff, Montagem: Guy Lecorne Produtor delegado: Serge Lalou, Uma co-produção Les Films d’Ici, La Sept Cinema, Le Centre Européen Cinématographique Rhône-Alpes

Estreia comercial em França: Março 1993


Prémio da Fundação GAN para o Cinema, 1992
Grande Prémio do Festival de Belfort (França) 1992
Grande Prémio do Festival dei Popoli (Florença, Itália) 1992
Grande Prémio do Festival de Vancouver (Canadá) 1993
Prémio “Tiempo de Historia”, Festival de Valladolid (Espanha) 1993
Prémio Humanum, atribuído pela Associação da Imprensa Cinematográfica da Bélgica, 1993
Prémio Golden Gate, Festival do Filme de S. Francisco, 1994
Grande Prémio do Festival de Bombaim (Indía) 1994
Prémio do melhor documentário, Festival de Potsdam (Alemanha) 1994
Prémio Stephanie Beacham, 13ºs Prémios de Comunicação Annual (Washington D.C.) 1994
Prémio Peabody (EUA) 1998



Que imagem do mundo têm milhares de pessoas que vivem no silêncio?
Jean-Claude, Abou, Claire, Florent e todos os outros, surdos profundos, desde o nascimento ou desde os primeiros meses de vida, sonham, pensam, comunicam por gestos. Com eles, partimos à descoberta deste país longínquo em que o olhar e o tocar têm tanta importância. Este filme conta a sua história e faz-nos ver o mundo através dos seus olhos.

Debate

Convidados

Helder Duarte
e a Associação Portuguesa dos Surdos

Dia 2 de Fevereiro

A MENOR DAS COISAS
1996, 105 minutos, 35 mm, côr
Imagem Katell Djian, Nicolas Philibert Som Julien Cloquet, Música original André Giroud Montagem Nicolas Philibert , assistido de Julietta Roulet Direcção de produção Patricia Conord Produtor delegado Serge Lalou Uma co-produção Les Films d’Ici, La Sept Cinema

Estreia comercial em França Março 1997



Grande Prémio dos Encontros Internacionais de Cinema de Paris, 1996
Prémio do público do Festival Internacional de Cinema e dos Novos Media (Montréal) 1997
Prémio do melhor documentário, Festival de Potsdam (Alemanha) 1997
Prémio especial do Júri do 11º Festival Internacional do filme antropológico de Pârnu (Estónia) 1997
Grande Prémio do Festival Amascultura (Lisboa) 1997
Espada de Ouro, Festival internacional de S. Francisco, 1998



No verão de 1995, fiéis ao que agora já é uma tradição, os pensionistas e o pessoal da clínica psiquiátrica de La Borde juntam-se para fazerem uma peça de teatro que representarão a 15 de Agosto.
O filme traça os altos e baixos desta aventura. Mas, para além do teatro, conta-se a vida em Laborde, a vida quotidiana, o tempo que passa, os pequenos nadas, a solidão e a fadiga, mas também os momentos de alegria, os risos, o humor de que se apoderam certos pensionistas e a atenção profunda que cada um dá ao outro.


Debate
Convidados

Eurico de Figueiredo
Professor Catedrático de Psiquiatria da Universidade do Porto
e
J.G. Sampaio Faria
Psiquiatra, Presidente do Ramo Português da Associação Mundial de Reabilitação Psicossocial



Dia 9 de Fevereiro, no IFP

ANIMAL, ANIMAIS
1994, 59 minutos, 35 mm, côr
Imagem: Frédéric Labourasse, Nicolas Philibert, Som: Henri Maikoff, Música original: Philippe Hersant, Montagem: Guy Lecorne, Produtor delegado: Serge Lalou
Uma co-produção Les Films d’Ici, France 2, Museu Nacional de História Natural, Missão Interministerial dos Grandes Trabalhos

Primeira exibição na televisão Janeiro 1995
Estreia comercial em França Junho de 1996



Prémio do melhor filme de investigação Festival dei Popoli (Florença) 1994
Prémio Okomedia (Frankfurt, Alemanha) 1995





A Galeria de Zoologia do Museu Nacional de História Natural de Paris (hoje rebaptizado “Galeria da Evolução”) estava fechada ao público há um quarto de século, deixando na penumbra e no esquecimento, dezenas de milhar de animais embalsamados. : mamíferos, peixes, répteis, insectos, batráquios, aves, crustáceos. Rodado enquanto os trabalhos de renovação se realizavam (de 1991 a 1994, este filme conta a metamorfose deste local e a ressurreição dos seus estranhos hóspedes.
Debate
Galopim de Carvalho, ex-Director do Museu Nacional de História natural e
Bernard Chevassus-au-Louis, Président du Muséum National d’Histoire Naturelle de Paris


Dia 16 de Fevereiro, no IFP

A Cidade Louvre
1990, 85 minutos, 35 mm, côr
Imagem Daniel Barrau, Richard Copans, Frédéric Labourasse, Eric Millot, Eric Pittard, Som: Jean Umansky, Música original: Philippe Hersant, Montagem: Marie H. Quinton, Assistente de realização: Valéry Gaillard Produtor delegado: Serge Lalou e Dominique Paini, Uma co-produção Les Films d’Ici, La Sept, Antenne 2, Museu do Louvre

Primeiras exibições na televisão Abril 1990 (La Sept), Dezembro de 1990 (Antenne 2)
Estreia comercial em França Novembro de 1990


Prémio Europa 1990 “melhor documentário do ano”
Prémio Intermédia, Festival Cinéma du Réel, Paris, 1990






A que se assemelha o Louvre quando o público não está? Pela primeira vez, um grande museu revela os seus bastidores a uma equipa de cinema: penduram-se os quadros, reorganizam-se salas, os obras deslocam-se…Pouco a pouco, personagens aparecem, multiplicam-se, cruzam-se para tecer os fios de uma narrativa. Quilómetros de galerias subterrâneas…Um encadeamento de cenas que revelam os segredos de um museu….Depósitos que contêm milhares de quadros, esculturas e objectos…Lugares não acessíveis ao público…Um filme em que se misturam o quotidiano e o excepcional, o prosaico e o sublime, a comicidade e o sonho. A descoberta de uma cidade no interior da cidade.


Convidada

Debate
Simonetta da Luz Afonso
Conservadora do Museu da Assembleia da Republica, Gestora Cultural


 
José Carlos Abrantes | 11:05 da tarde |


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