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quinta-feira, janeiro 20, 2005
A DIVERSIDADE DAS IMAGENS
1 Na entrevista de hoje ao Le Monde, o artista Christian Boltanski , acelera as imagens da nossa memória. Isto é dos franceses. O artista realizou um vídeo a pedido do Institut National de l’Audiovisuel com as imagens de arquivo da televisão francesa. Boltanski escolheu o dia do seu nascimento, 6 de Setembro e pediu aos arquivistas as imagens das actualidades desse dia. Utilizou também imagens de 3 anos de actualidades cinematográficas, pois nasceu em 1944. Depois de algum trabalho de escolha, acelerou duas mil vezes a velocidade das imagens, ou seja, meteu sessenta anos em 5 minutos, trabalhando o poder de temporalização fitícia das imagens. No Museu de Arte Moderna de Paris o visitante pode fazer uma “paragem de imagem” e fixar-se num só plano dos milhões de planos que desfilam vertiginosamente. No fim da entrevista CB diz que a sua abordagem da imagem foi a de um artista (a de uma visão sensível, que coloca questões filosóficas e pode emocionar, diz). E, para o que nos interessa, diz também Boltanski que, se fosse um cientista, um historiador ou um sociólogo teria agido de outro modo sobre essas imagens. Boltanski mostra como é decisiva a relação de cada um com as imagens. Neste caso transformando-as segundo uma visão de conhecimento. As imagens e nós....

2 Vale a pena ver também a última página do Público, escrita por Maria João Guimarães, sobre um jogo de computador em que as imagens são de palestinianos que vivem em territórios ocupados. Um jogo que mostra outra versatilidade ideológica das imagens. Neste caso, foi quem as criou que optou por não mostrar mortes de civis ou inserir ataques terroristas. (o link está indisponível)
 
José Carlos Abrantes | 10:43 da manhã |


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