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quarta-feira, fevereiro 09, 2005
IMAGENS DE PORTUGAL

Trata-se de algumas representações pessoais (e colectivas?), as “boas”, que nos podem levar a ter alguma esperança. Esperança que cada um de nós cimenta na nossa vida individual. Porque não alargar também à vida colectiva esse contentamento pois temos um sem número de instituições, pessoas, paisagens, “coisas”, falas e memórias de grande qualidade.

Será importante partilhar imagens que nos lembram o lado positivo da nossa vida colectiva?

Julgo que as razões para gostar de Portugal não nos amolecerão para sermos críticos de tudo que pode ser melhorado. E que é muito... nas imagens como na vida que as gera.

APRESENTAÇÃO DO LIVRO

1001 razões para gostar de Portugal

dia 10 de Fevereiro, 5a feira,
às 18h, no Salão de Inverno do Teatro S. Luís, em Lisbo.

Este livro, de José Carlos Abrantes, é um elogio aos portugueses que labutam, acreditam, criam.
Aos que pensam que o país, velho de História, se pode renovar pela seriedade, pelo empenho, pelo profissionalismo, mas também pelo humor, pela alegria de viver.
E de fruir e partilhar, as grandes, como as pequenas coisas.



Reconheça alguns criadores e artistas, pois há-os com projecção mundial
Lembre belas paisagens do nosso país
Dê atenção às pequenas coisas boas, da gastronomia ao artesanato, do clima aos modos de viver
Recorde a riqueza do nosso património

Portugal, um país onde também há mil e uma coisas boas.


No livro, as razões estão numeradas de 1 a 1001....

Eis algumas razões das razões que encontrei

O amor é fogo que arde sem se ver, escreveu Camões. Será que se pode dizer melhor?
Os grelos, salteados ou não.
As colchas de Castelo Branco.
O Chapitô nascido da força de Teresa Ricou.
A Culturgest criada por um banco, a Caixa Geral de Depósitos, no tempo de Rui Vilar (Lisboa).
A York House, nas dormidas como no comida, no prazer do jardim e do bar(Lisboa).
A Basílica da Estrela, que data do século XVIII (Lisboa).
O catálogo de Lisboa Photo 2003, editado pela ASA.
A paisagem alentejana.
A Livraria Bertrand, da Rua Garret, em Lisboa, fundada pelo francês Pierre Bertrand
e que existe, neste local, desde 1773,
pouco anos depois de o terramoto ter destruído as intalações iniciais.
A Rua do Surdo, no Funchal, rua onde se situa a sede do Partido Socialista.
Boa metáfora para o lado mais autista dos políticos, de todos os quadrantes.
O álbum e a canção “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”, de José Mário Branco, esta sobre poema de Camões, aquele editado em 1971. E também outras canções como “Eu vim de longe, eu vou p’ra longe,” “Casa comigo Marta”.
O “charme” do Hotel Astória, em Coimbra.



Aprecio o trabalho de cada uma das pessoas e instituições citadas, de muitas admiro o modo como estão na vida ou como funcionam, pois “sigo-as” mais de perto. São, em meu entender....razões para gostar de Portugal por si ou pela actividade que exercem ou exerceram. Das mais de duas centenas de pessoas citadas, tive que convidar apenas algumas para breves palavras na apresentação. Para isso convidei só mulheres * por achar que é preciso não fazer mais do mesmo, mas antes inovar com alguma ironia ou humor. O livro não é uma tese académica, mas antes uma expressão de gosto.

Ana Jones**, Inês Pedrosa, Joana Amendoeira, Maria de Sousa, Maria Emília Brederode Santos, Maria José Morgado e Teresa Ricou vão dizer breves palavras nessa apresentação.


*asseguro: tem mais de um mês esta decisão. :-)
** Aluna da Escola Secundária José Gomes Ferreira, Lisboa
 
José Carlos Abrantes | 8:12 da manhã |


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