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sábado, dezembro 02, 2006
IMAGENS DO PASSADO
Era um dos exercícios que propunha nas aulas de Teoria e História da Imagem. Os alunos tinham que, a partir do conceitos estudados, escolher uma imagem do passado, explicar o conceito em abstracto e depois fazer uma análise concreta do conceito aplicado à imagem. Eis um desses trabalhos de uma das instituições em que leccionei. Neste momento não posso identificar o autor.
O conceito de analogia em “A Liberdade Conduzindo o Povo”

Em “A Liberdade Conduzindo o Povo” o grau de analogia está simultaneamente próximo do pólo da semelhança natural e do pólo da produção de signos, muito devido à sua vertente simbólica, que é aliás uma das características do Romantismo, corrente de que o quadro em questão é um dos expoentes.
Desde logo, a representação da população que segue a Liberdade pode ser interpretada como espelho, é grande a verosimilhança com os verdadeiros intérpretes da Revolução, embora se saiba que aquela não é uma imagem pura dos mesmos.
Por outro lado, a multidão, nas suas roupas sujas e gastas, as poses heróicas, as faces eivadas de determinação, num todo marcado pelo tom épico, é analogicamente significativa também como mapa, conjunto de emblemas do povo que fez a Revolução, que é, em si, uma abstracção.
Ver o texto completo do trabalho em Só Textos.
 
José Carlos Abrantes | 8:07 da manhã |


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