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segunda-feira, abril 21, 2003
AS IMAGENS E NÓS

Começa logo, às 15h, o curso As imagens e nós.

AS IMAGENS E NÓS
OLHARES CRUZADOS
Breve curso de EDUCAÇÃO À IMAGEM


Curso de 12 horas
Professor José Carlos Abrantes
Centro de Investigação Media e Jornalismo



Neste início do século XXI as imagens estão por todo o lado, no espaço intímo dos lares como nos espaços públicos.
Unas e diversas, implicam várias técnicas e modos de fabrico: o que terá de comum a fotografia de amador com a cobertura medática da Guerra do Iraque ou um filme "made in Hollywood"?
A sua recepção e a sua "domesticação" implicam formas de relacionamento e de partilha social, quer a sua origem radique na fotografia, no cinema, na televisão ou na linguagem dos computadores.
E essa partilha, hoje, exige uma reflexão permanente, balizas teóricas, o confronto com as palavras, as partilhas dos olhares.
Na família, como na escola, nas imagens de actualidade como nas imagens de ficção impõe-se a reflexão partilhada, atitudes críticas, estratégias de abordagem e de apropriação das imagens que nos rodeiam.




AS IMAGENS E NÓS-OLHARES CRUZADOS
Breve curso de EDUCAÇÃO À IMAGEM



"Mas se as imagens mentais são um primeiro território onde se cruza o esforço diário dos professores, quer na sua interiorização individual e de grupo, quer na sua construção social, outros existem não menos urgentes. As imagens atravessam o quotidiano dos alunos, dos professores, dos cidadãos. Que imagens? As imagens dos manuais escolares, as que publicitam os produtos de que temos mais ou menos necessidade, as imagens de informação, de desporto ou ficção que as televisões fazem passar ininterruptamente, as imagens inteiramente fabricadas nos computadores que não existem em lugar algum da realidade, as imagens médicas que ditam a nossa saúde ou a nossa doença.

Como deve a escola ocupar-se da imagem, destas imagens? São múltiplos os pontos de entrada para a ecologia da imagem ter contributos da escola. Limitemo-nos a considerar seis eixos possíveis de orientação.

Primeiro: a melhor compreensão da imagem passa pelo contexto da sua fabricação, pelo entendimento da sua génese, da sua história e das suas estórias.

Segundo: a relação da imagem com quem vê implica uma forte atenção à representação, aos modos de representar a realidade.

Terceiro: são múltiplos os olhares que se forjam na relação de quem vê com o que é visto.

Quarto: A imagem provoca no olhar humano tranformações radicais por causa dos dispositivos técnicos que as fabricam e dos efeitos de transformação crítica que estes têm com os modos de ver.

Quinto: agir sobre as imagens é uma tarefa importante para os tempos de hoje.

Sexto: a cultura visual pode ser um dado positivo que marcou e marcará fortemente o século que estamos a ajudar a chegar a termo."

Abrantes, J.C., Breves contributos para uma ecologia da imagem, Biblioteca On Line de Ciências da Comunicação, 1999, http://bocc.ubi.pt/index2.html

No estúdio 2 Institut Franco-Portugais
Avenida Luís Bivar, 91 (ao Saldanha) Lisboa
Número de vagas: 15. Inscrição: 80 euros
Para mais informações contactar jc.abrantes@netcabo.pt
Telefone (gravador) : 93 634 68 53

NOME_____________________________
INSTITUIÇÃO______________________
EMAIL @
TELEFONE _________________________
PROGRAMA
15h às 18h (todos os dias)

Dia 21 de Abril 2003 AS IMAGENS E NÓS
Conceito chave da sessão: Representação
Leitura de imagens.

Dia 22 de Abril 2003 AS IMAGENS E NÓS
Conceito chave da sessão: Expressão
Leitura de imagens.

Dia 23 de Abril 2003 AS IMAGENS E NÓS
Conceito chave da sessão: Imagens de ficção
Leitura de imagens.

Dia 24 de Abril 2003 AS IMAGENS E NÓS
Conceito chave da sessão: Imagens de actualidade (colaboração de Dominique Chastres, Conseiller Audiovisuel de l’Ambassade de France)
Leitura de imagens.

José Carlos Abrantes foi durante 7 anos professor de Teoria e História da Imagem e de Comunicação Audiovisual, no Instituto de Estudos Jornalísticos (Faculdade de Letras -Universidade de Coimbra). É autor do livro Os media e a escola e do documentário video Modos de Ver - Percursos de uma notícia. Organiza o ciclo Falar Televisão, no Centro de Investigação Media e Jornalismo (CIMJ) de que é vice-presidente. Membro da Sociedade Portuguesa de Ciências da Comunicação (SOPCOM).

 
José Carlos Abrantes | 8:37 da manhã |


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