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sexta-feira, agosto 22, 2003
VER TELEVISÂO


Eduardo Prado Coelho
refere-se na crónica de ontem à angustia, ao sofrimento, à televisão, palco privilegiado de todos os sofrimentos e prazeres. Diz EPC: "Há poucas esperanças para que o uso da televisão seja feito do lado da racionalidade. É a relação entre a imagem e o sentimento que predomina. Mas ao mesmo tempo o ecrã tem uma dimensão protectora. Vemos o que dói mas vemos na distância de ver - que tem sempre um aspecto de consolação. Hans Blumenberg descreveu essa cena reconfortante em que um espectador assiste a um naufrágio. Sofre com o desespero dos que naufragam, mas não deixa de sentir essa voz que o reconforta: são eles que naufragam, não tu." Assim ha sempre este movimento de nos envolvermos nas imagens, de nos embalarmos nos sofrimentos e prazeres que nos são propostos, entregando-nos, abandonando-nos e esse outro, mais reflexivo, de nos libertarmos das imagens, reflectindo. Ainda no sábad, no DNA, Vicente Jorge Silva, numa entrevista que deu a Luis Osório lembrava que "O coração é melhor conselheiro do que a razão no que diz respeito àquilo que nos parece genuíno. …O cinismo é das coisas mais horríveis no ser humano." Ou seja, também esta oposição entre o sentimento e a razão talvez não possa ser vista de forma tão maniqueísta, lembrando ainda a valorização da emoção, por exemplo, nos trabalhos de António Damásio.
 
José Carlos Abrantes | 11:54 da tarde |


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